Tomada de decisão

{19/08/2012} - Por que esperar por um maremoto quando tudo o que precisamos é de um pequeno salto de consciência, uma tomada de decisão em prol da liberação de nosso ser? Decidir buscar e aceitar a verdade, apurar os ouvidos e deixar que as respostas cheguem para iluminar nossos corações e mentes – é só isso que necessitamos.

Corria célere, 2012, apontando grandes oportunidades de luz; a verdade aflorando a cada segundo por todas as partes. Era pegar ou largar. Tomar a decisão e confirmar essa decisão a cada passo, a cada minuto. Viver este momento único, em unidade com o todo foi eleição de muitos. Eles fizeram a diferença e a terra iria desabrochar.

Assim ditava a consciência destes seres despertos que tomaram a decisão de trabalhar pela humanidade e seu avanço no planeta, e por isso não se deixaram abater pelas crises. Aproveitaram suas preciosas oportunidades de vida para fazer brilhar, mais e mais o conjunto da humanidade. Milhares de pessoas, homens de fé, mulheres valorosas, filhos prestimosos - quantos e quantos indivíduos já tinham trilhado esse caminho - respondendo ao apelo interno de suas almas e deixando um legado de bondade e beleza para seus próximos. Praticaram a verdadeira solidariedade, coragem e altruísmo. {Crônica 015}

Prodígios: Reinvenção da matéria

[29/07/2018] Acontecimentos prodigiosos têm iluminado as perspectivas das novas gerações nessa nova era que se inicia. Um caso registrado em Basiléia chamou a atenção dos cientistas e logo outros casos começaram a aparecer. O governo decidiu criar um banco de dados das manifestações para acompanhar a evolução dos casos.

O primeiro caso registrado ocorreu numa aula de ciências exatas, de uma das universidades locais: um aluno criativo decidiu dar asas à imaginação e pediu a ajuda dos colegas para transformar a matéria a partir de pensamentos. Ele se dispôs a encabeçar a experiência e apenas convenceu os demais que o apoiassem incondicionalmente durante sua concentração.

Com uma pequena bola de barro em mãos ele projetou mentalmente uma miniatura de mundo e em poucos minutos o pedaço de argila começou a se transformar num mini planeta e a gravitar pela sala como se tivesse vida própria. Até um micro clima pode ser observado em volta do globo, que absorveu água da ‘atmosfera’ da sala e criou seu próprio sistema climático. O mundo em miniatura foi levado para a sala de ciências e está sendo estudado e visitado por toda a escola.
Outro prodígio está sendo a relação inusitada de uma menina com as plantas de sua casa. Ela não só conversa com elas, como entende suas ‘respostas’ e recebe ‘abraços' delas, quando pede. A menina criou esses laços espontaneamente quando começou a sair para a escola sozinha, despediu de seu cãozinho e acenou para as roseiras do jardim, que retribuíram. [Registro 129]

Retomada do comando

{05/08/2012} A crônica externa da humanidade poderá, durante muitos anos, parecer cruel e sem sentido: tanta destruição, guerras intermináveis, atrocidades sem limites, desastres e fúria natural ou criada artificialmente. O homem levou muitos anos para controlar sua sede primitiva, Elemental, de onde deriva seu corpo físico. Tomar as rédeas de um animal comandado por instintos primários de sobrevivência não foi muito fácil para a grande maioria.

A busca pelo poder, pelo prazer, quase ceifou 1/3 das criaturas da face da terra. Foi difícil reconhecer a humanidade, quando ensandecida pelos apelos de sobreviver numa sociedade desordenada, do ter a qualquer custo, praticava seus rituais macabros de violência contra crianças, contra o próximo, entre pais, filhos e irmãos.

Milhões de mortes que foram praticadas por motivos banais. Do menor grau de egoísmo ao maior triunfo da maldade, todos se envolveram no desastre que foi o adormecimento das consciências, até que finalmente alguns começaram a despertar. A humanidade vem sendo amparada há milênios por seres despertos que, em um ou outro momento, procuram sinalizar o caminho. As perdas foram incomensuráveis, mas agora são muitos os esclarecidos. Não poderão voltar a dormir. {Crônica 016}

Como a humanidade mudou

[15/07/2018] O ser humano mudou quando veio a decisão de acreditar, ver o que realmente existia e sair da apatia da visão-de-mundo-pronta que foi enfiada em suas cabeças quando nasceram. Se você ganha um novo brinquedo e aprende a jogar, pode ser que outros se interessem. Quando surgiram os primeiros desenhos óticos ou estampas tridimensionais que precisava focar bem a figura para vê-la mover-se ou aparecer em tridimensão, a primeira ação era reativa diante da dificuldade, depois com um pouquinho de esforço vinha a surpresa de ver a imagem para quem perseverava. E aí, outros queriam experimentar.

Da mesma maneira os iluminados inspiravam os acólitos, que observavam nos mestres uma atuação compassiva e amorosa. E muitos quiseram ascender a essa condição. Tanto fizeram que acabaram por expandir a visão, os ouvidos, os sentidos ou o próprio coração. Pequenas aberturas que fizeram uma grande diferença em termos de vibração para a humanidade. Porque mesmo sem ser praticada pela grande maioria, era vista pelas pessoas como um prenúncio bom para todos. Ter um amigo amoroso, um tio compreensivo ou uma filha que aceitava o outro como igual, sem julgamentos, era indício de que havia esperança para a humanidade. E essa onda benéfica foi se espalhando, pouco a pouco. E logo envolveu uma grande parcela da população. A luz começou a fluir de dentro para fora. Os cegos começaram a ver. Esse é o registro dos tempos da mudança. [Registro 128]

Chamados para avançar

{22/07/2012} Mesmo que muitos desastres tenham acontecido no planeta nesta época, e trazido muitas lições de humildade, arrependimentos e valor para a humanidade, ninguém poderia prever que as mudanças pudessem ser tão radicais quanto as que começaram a aparecer quando atingiram as camadas profundas da consciência humana. Por maior imaginação que tivessem em suas indagações sobre o futuro, o salto de revelação pegou todos de surpresa. Somente aqueles que abraçaram a verdade conseguiram reconhecer de onde vinha o novo padrão vibratório que portavam algumas pessoas. E agradeceram silenciosamente.

Corria célere 2012 e a humanidade inteira ansiava por este conforto, por esta nova luz que se acendia entre nós. Ela se manifestava em pessoas jovens, ou mais experientes, mas estar com esses entes queridos trazia acolhimento, júbilo, entusiasmo. A luz não era propriedade de ninguém, mas se manifestava com frequência cada vez maior em diversos seres humanos que se dispunham a expressar seu ser: em conversas, em palestras, em encontros, dançando, pintando, estudando – todos os movimentos humanos eram janelas abertas para novos acontecimentos engrandecedores – e um estava aprendendo a ver a luz no outro. Havia reconhecimento, cada vez maior da presença divina em cada um. {Crônica 017}

Divisor de águas

[01/07/2018] Ao fazer este registro, revisando crônicas do passado, foram recolhidas algumas interrogações humanas de seres que perscrutavam o futuro na intenção de antecipar decisões que poderiam ser benéficas para os humanos em 2012. Vislumbrando que viria uma era cheia de luz para a humanidade, queriam respostas para questões pontuais ou saber, por exemplo, como se deu o colapso do egoísmo? Como desmoronou a ilusão da separatividade? Ou como passou a ser inaceitável o escândalo da insensibilidade com o outro?

Parece doloroso se ver o quanto os humanos ansiaram por esta mudança, como se debateram diante daquilo que parecia uma real e empedernida realidade, sem muitos caminhos para seguir ou acreditar, e quanta ansiedade isso causou. Como poderiam saber que tudo mudaria se o que viam no comportamento das pessoas era o recrudescer do egoísmo, da matança, da selvageria? E a morosidade dos povos em aceitar novos valores? Parecia que nada ia mudar.

Este é o fundamento - o divisor de águas da mudança que muitos desejaram: a forma de ver. A visão do passado estava contaminada por um modelo de comportamento e quase ninguém conseguia enxergar os demais, nem a si próprios. Condicionados pela visão externa e baixíssimo contato com os eus interiores, os seres humanos viam apenas os comportamentos defeituosos uns dos outros. Essa mudança tão radical foi possível graças a decisão de alguns em acreditar e aceitar o ser de luz que cada um é. Então puderam finalmente enxergar. E o que enxergaram era bom e promissor. E essa boa nova se espalhou entre os demais. [RE-127 - M.del Alba]

O recuo das nações

{08/07/2012} A mudança que estava sendo preconizada já há muito tempo pelos canais espirituais e se fortaleceu como uma onda em 2012 envolvia todo o sistema social-econômico da humanidade. Sugeria que o homem ia tomar consciência de que é UNO com o Todo, que é irmão dos demais e, seu comportamento, passaria a ser regido pelo amor, solidariedade e altruísmo renovando a ocupação planetária da humanidade que seria alçada a um patamar civilizatório sem precedentes.

O sistema antigo - que gerou guerras e desigualdade sem fim, e até jogou o planeta numa sequencia de eventos catastróficos por causa do mal uso dos recursos naturais – estaria finalmente sendo superado e o planeta se libertaria do jugo de seus algozes. Mas quem garantia esse salto de consciência? De onde partiriam as vozes unificadoras? Onde estava instalado, nas pessoas, o botão para acionar a PAZ - e que uma vez apertado daria início a tão esperada Nova Era?

Por volta de 2012 os humanos se reuniram mais uma vez para discutir as possibilidades de sobrevivência da humanidade se parassem de destruir o planeta – e a palavra sustentabilidade, muito usada na época, não sensibilizou os governos das nações que mais colaboravam para destruir o planeta. Entre os países venceu o velho e antiplanetário nacionalismo exacerbado, e poucos quiseram ceder em prol do planeta e seu futuro. {Crônica 018}