Missões desveladas

[15/01/2017] A evolução espiritual é uma experiência de escolha de fazer o bem e ser útil. Com a prática espiritual diária as tarefas se tornam leves porque há contentamento e energia de sobra para as realizações. Ao dirigir-se ao Divino, o Pai Supremo, de acordo com o conceito de cada religião, o homem se familiariza com estados de consciência mais elevados e avança tranquilamente, porque a experiência de conexão tornou perceptível a existência no Espírito e o belo propósito da encarnação.

Isso não significa que todos os serem humano já conheçam sua missão específica no planeta, mas a grande maioria já sabe decodificar as tendências e aspirações de suas almas, e podem planejar ações, atividades e estudos que os ajudem a aproximar as duas vertentes de realização: material e espiritual.

O conselho interno promovido pelos anjos guardiões sopra ao ouvido do homem para que busque equilibrar os desejos do corpo, as emoções e a mente com a sublime aspiração de sua alma. Aliás, é difícil que a alma cresça se o homem não atende as suas inquietações e intuições mundanas através das experiências, pois consciente ou inconscientemente esses desejos podem comportar a base para a realização das necessidades espirituais. [Registro 089]

Futuro dilacerado

{23/01/2011} Surgiram rumores de que cogitar um futuro de paz para a humanidade se tornou uma idéia ultrapassada. Parece que, já em 2011, todos “sabiam” que não haveria essa era dourada, idealizado pelos homens de outrora, antes do avanço descomunal da tecnologia e a exaustão dos recursos naturais pelos habitantes do planeta.

Grande parte da humanidade, apesar de estar conforme com o nível de vida conquistado em suas trajetórias pessoais, não vislumbrava um alvorecer paradisíaco para a terra, de bonança e harmonia. Incentivados pela força nada oculta que comandava os sistemas econômicos e de comunicações, a grande massa era incentivada a consumir e buscar uma felicidade imediata, embalada por slogans que enredava os incautos.

Mesmo conscientes de que a percepção de mundo vinha sendo distorcida há séculos pelos detentores do poder, as lideranças sociais; pensadores e formadores de opinião pareciam titubeantes e sem esperança quando sugeriam aos governos equalizarem as questões básicas de sobrevivência da humanidade, para educar o povo, incentivar o trabalho, valorizar a cultura e as artes. Todos os dias se anunciavam perdas evolutivas gigantescas: da memória histórica, de lições do passado, de modelos de vida, de espécimes vivos, de conceitos e valores, e de sonhos, como aqueles que poderiam apontar um futuro melhor. Pairava no ar um pesado cheiro de amnésia e teimosia. {Crônica 056}

Governo Humano trabalhando com o Divino

[01/01/2017] O governo planetário humano está sempre em contato com os representantes do Governo Divino, no Pavilhão do Grande Conselho, para receber informes e planejar novas tarefas e realizações. Através de servidores qualificados, as mensagens são recebidas e enviadas, com proposições ou perguntas que podem ser respondidas na mesma hora. Quando as indagações envolvem desafios mais complexos, a resposta pode demorar, no máximo, uma semana.

Também os governantes podem fazer perguntas de caráter privado, sempre e quando necessitem de conselhos filosóficos, éticos ou morais para reforço positivo de suas condutas enquanto líderes mundiais. Dúvidas, tentações, questionamentos que digam respeito ao modo de governo, encontram respaldo dos guardiões que podem, amorosamente, aconselhar ou até ajudar um governante a contornar uma crise egóica causada por sua permanência no poder, auxiliar nas decisões, ou consolá-los quando se sintam solitários no comando.

Recentemente toda cúpula do governo humano reuniu-se com o Grande Conselho com o único objetivo de aperfeiçoar os próprios canais internos de comunicação. E aproveitaram para discutir religião. A esperança de criar as bases para a humanidade chegar a uma religião global motivou os participantes, que convidaram, também, os luminares religiosos de todo o Planeta, para serem ouvidos e inspirados pelos Divinos Guardiões. [Registro 088]

Reflexões para o ano novo

{09/01/2011} Os seres humanos tinham por hábito registrar suas decisões de final de ano, supostamente para colocá-las em prática no novo ano que se iniciava, fazendo planos, renovando objetivos, tomando decisões para colocar a vida em ordem e prosperar. Em meio a essas aspirações deveríamos ressaltar algumas reflexões nada convencionais, registradas por um ser humano, ao final do ano de 2010:

“- Se eu for um dos sobreviventes de uma série de catástrofes no Planeta estarei preparado para restabelecer a civilização humana em novas bases de amor fraterno, ao próximo e à natureza? Devo lembrar-me disso em 2011”.

“- Estou pronto para o que virá? A luz pode ser apagada, mesmo que por segundos, sem que eu me afete? E os meus próximos, poderão contar comigo, que eu me manterei calmo enquanto sopram os ventos da adversidade?”.

“- Estou consciente, o suficiente, de minha natureza divina, e serei capaz de preservar a evolução de minha alma em novas esferas, no caso de haver uma guerra mundial? Como posso melhorar minha relação com Deus, com meu próximo?”.

“-Estou atuando corretamente em casa, no trabalho, no mundo em que vivo? Sou capaz de agradecimento? Minhas ações estão balanceadas? O que ainda posso fazer pela Ordem, pela Luz, pelo Amor?”.

É possível que indagações desse nível tenham sido feitas por um ficcionista ou buscador da verdade. O futuro se constrói pela fé iluminada e não por dissonâncias evolutivas do sistema planetário. Estar preparado para a mudança já é transformação. Buscar a consciência máxima sobre a vida produz mudanças internas que repercutes no mundo externo, e isso é a grande revolução. {Crônica 057}

Real História (Registro de uma caminhante III)

[18/12/2016] Este é o último trecho do relato de Soraya sobre o futuro, este nosso presente, escrito provavelmente antes do ano 2000, e encontrado num disco magnético que foi recuperado. Esta publicação é uma homenagem a ela por sua coragem e amor pela vida, e a todos os seres humanos que, como ela, aspiraram e trabalharam por um futuro iluminado para a humanidade:

“O que se viu foi a decisão interna de muitos, em pautar suas vidas pela consciência de Unidade, do bem comum, abrindo mão de suas limitações internas como a percepção de fronteiras, de nacionalidades, de região, para uma percepção mais ampla de unicidade. Percepção de vida, formação histórico-cultural diferentes nada mais são do que qualidades únicas, diversidades de um povo dentro do grande conjunto. Por isto mesmo devem ser entregues e não guardadas para si mesmo, pois fazem parte do Patrimônio da Humanidade, da verdadeira raça humana.

O registro histórico da época de inconsciência e escuridão pelo qual passamos tiveram suas conseqüências - é claro - mas são o passado, e com certeza, para construir o novo, devemos abrir mão de ficar neste passado. Ele só nos serve como sinalizador do que não devemos mais permitir em nossas vidas.

Há um hoje a ser vivido juntamente com a Chama Viva de nossos Seres. Este é o nosso maior desafio, a deliciosa aventura de voltar a Ser Quem Somos - a única garantia de que teremos um amanhã para viver, um amanhã de Irmandade e Paz. E este é apenas o começo de nossa Real História." [Registro Especial – SMP] 087

Violência e dor


{26/12/2010} - Que diriam às mães que perderam seus filhos pela violência? Seja àquela que teve o filho assassinado ou aquela que viu seu filho se tornar assassino num segundo de loucura? Que diriam às famílias que foram destruídas, de um lado e de outro nessa tragédia mundial chamada atentado à vida? Para quê compreender a violência se ela aparentemente não tem sentido e seu entendimento não traz paz? É a guerra uma forma mais branda de perda? A compreensão de que os conflitos se dão por um propósito coletivo ou individual abranda as agruras do coração? E a tragédias causadas pelos vícios? Conviver com corpos e mentes destruídos, as famílias tornadas reféns dos seus entes queridos, que se perderam na droga?

Nos tempos sombrios da violência, em que as disparidades economicas, a falsa liberdade democrática, a falta de acesso à educação dos indivíduos imperaram, a corrida desenfreada pela sobrevivência, para arrancar da sociedade um pouco de status, dignidade, tornou os homens impuros e sem juízo. Os valores foram por terra, a selvageria imperou. A ideia da retaliação fez em pedaços as boas notas trazidas no bojo evolutivo da humanidade: “não matarás” nem a ti próprio nem aos demais, caiu no esquecimento.

Mas algumas vozes se levantaram e clamaram para quem quisesse ouvir: não matarás por palavras, não matarás em ações mesquinhas, não matarás de punho, de faca, de arma letal! Não matarás por pensamento (vigia!) porque tudo isso pertence à barbárie. E enquanto os homens incultos não tomarem decisão definitiva dentro de seus corações, essa tragédia humana continuará se repetindo. E não haverá cura para a dor.

- Quando o homem alcançará um nível de autoproteção e verdade que o libertará da dor? É preciso realmente aprender a perdoar. Fazer um esforço gigantesco para ascender a este nível de consciência. E alcançar a paz interna para si e oferecê-la aos demais. {Cronica 058}

Nova ordem Planetária (Registro de uma caminhante - II)

[04/12/2016] Segundo trecho do registro encontrado, nos idos do ano 2000, escritos por uma jovem chamada Soraya, com previsões para o planeta. Uma homenagem aos protagonistas da história de ascensão planetária.

“O passo seguinte ao logro deste Propósito se deu, primeiramente, com a sustentação interna da Ordem, Luz e Amor. Segundo, e em conseqüência do primeiro, muitas pessoas que ocupam posição importante e estratégica no panorama mundial, foram tocadas em seu Centro de Boa Vontade, decidindo fazer o que lhes era possível pela integração, primeiramente de sua região e depois do Planeta como um todo.

Não foram fáceis os primeiros tempos - pelas enormes diferenças de um país para o outro, quanto a miséria, desenvolvimento social, cultural, econômico, político, mas graças a grandes homens e mulheres, Seres de Boa Vontade imbuídos de um Verdadeiro Propósito de Serviço Amoroso à Vida, perceberam que a questão não era ressaltar as diferenças e sim buscar o senso comum, o propósito conjunto, tornando possível a realidade da Irmandade e Paz entre os povos, de um Planeta no qual todos habitamos.

É importante ressaltar que, em nenhum momento houve confronto entre o velho poder e a Nova ordem Planetária. Simplesmente, os Seres comprometidos com a Presença Viva que os habita começaram a fazer o que deviam: escutar o Centro Gerador de Ordem, Luz e Amor e ser conseqüente com isto. Deram um basta ao tripé dinheiro, poder e sexo em suas vidas, este que sustentou as atrocidades humanas por milhares de anos”. [Registro Especial – SMP] 086