Cronograma da mudança

{24/06/2012} Os presidentes de muitos países foram trocados, na velha dança das intenções de progresso. Mas ainda não havia ordem suficiente para que os regimes prosperassem. Começaram a crescer os confrontos, cuja arma era a ignorância. Revolta mal conduzida que só aumentava o caos nos países ditos desenvolvidos. Os ecos da reunião planetária em prol de uma consciência maior sobre a relação do homem com a natureza não foram bastante.

Sucede que a maior parte da humanidade evolutiva vivia na inconsciência de sua trajetória espiritual. Como o espírito iria superar os desafios e passar pelas provas a que se propunha? O que aconteceu com a grande massa humana que habitou o planeta nos 2.000 anos que se seguiram à presença do Cristo no planeta? Em que estágio de evolução se encontrava esses seres humanos quando se deu o caos? Quantos estavam preparados em consciência? Quantos atingiram suas metas?

Coexistiam no planeta níveis diferenciados de estágios evolutivos humanos. Almas que nunca foram ativadas, invólucros vazios, milhões de humanos que fizeram opções pelo bem em suas vidas e uma parcela nada desprezível de humanos optaram pelo mal, abertamente. Muitos já haviam despertado para a necessidade de trabalho árduo para o fortalecimento da alma, mas muitos cumpriam rituais religiosos vazios e destituídos da prática do Amor que torna as ações verdadeiras. O ensinamento mais sublime é pó se não for utilizado na prática diária entre os próximos. E todos tiveram sua oportunidade de escolher. {Crônica 019}

A aventura do espírito encarnado

[03/06/2018] Uma vez incorporado à alma – invólucro imprescindível para a proteção da chama da vida – o espírito passa a receber todos os influxos das etapas que a alma vai viver no corpo encarnado e absorve a jornada de ingresso ao mundo físico: influências anímicas, transcendentais (trazidas pela alma), influências planetárias (do Sol, da Lua e planetas do sistema), do planeta onde nasce, da sociedade local e outra muito forte: a influência genética do grupo familiar ao qual está designado. Isto acompanhado de pouca ou nenhuma recordação de sua origem Divina, de onde veio e para onde vai!

Todo o conhecimento está lá, no Espírito e alma que nos ocupam, mas o mergulho na matéria densa e todo o processo de encarnação até o nascimento ainda não favoreceram a construção de um canal de comunicação interno. Ao longo do crescimento e amadurecimento da consciência o humano vai tomando ciência de certas requisições de sua alma e será ‘estimulado’ por seu Espírito a avançar - geralmente em situações críticas que o impulsionam a um maior ou menor salto de consciência ou religação.

Essa ação conjunta da mente humana, com a alma evolutiva e o espírito levam a pessoa em direção à realização de sua jornada na terra como um Ser individualizado. Este indivíduo encontrará estímulos fortes, muitas vezes dolorosos e/ou amorosos para “crescer” e sua evolução vai depender das escolhas que fizer como humano. É uma relação crucial, na qual alma e espírito não tem como interferir, mas suas presenças são como uma luz que não pode ser ignorada. [RE 3] [Registro 125]

Do caos à transformação

{10/06/2012} É possível mudança sem vontade? Consegue-se melhorar sem agir? É pertinente a serenidade sem discernimento? Teria chegado o planeta à tão esperada fase de grandes mudanças? Seriam sinais de mudança as manifestações da natureza que continuaram assolando o Planeta nos últimos tempos com terremotos, furacões, maremotos, desprendimento de placas de gelo, problemas de todo tipo?

- E os sentidos de todos, se aguçaram realmente nesta fase final? Estavam preparados para a Verdade que tanto pediram? Para a Justiça que reclamavam? Como estava o sentir e o pensar da humanidade em 2012? Como se comportavam os corações diante do sofrimento? Como se via a humanidade diante do espelho? O que tinham os humanos de novo para aportar a essa nova etapa da vida evolutiva?

Os habitantes da Terra estavam vivendo em época de profunda transformação. E paradoxalmente esta transformação se deu por causa do nível de consciência que uns não conseguiram atingir e outros alcançaram. Os que tinham escolhido o egoísmo contribuíram para a desestruturação do sistema planetário. E os que operaram com amor e altruísmo criaram as bases para elevar o nível de consciência de toda a humanidade. Para aqueles que buscaram, que pediram, essa foi a oportunidade da virada. Dolorosa, mas inevitável.

A luz se propagou ao redor e despertou os que dormiam. Agora é justo reconhecê-los. E preparar os braços para dar as boas vindas a esta era que se inicia. De reconstrução, de novos conceitos, de retomada de valores e leis há muito esquecidas pela antiga humanidade. {Crônica 020}

O privilégio encarnatório

[20/05/2018] Os Registros Especiais dizem respeito à espiral evolutiva da espécie humana. Programada para atingir plenitude e perfeição, à imagem e semelhança do Pai, cada humano criado tem igual oportunidade de vir a Ser. O planeta antes conhecido como Terra é apenas mais um planeta habitado no universo e faz parte de um magnífico sistema de mundos, dentro de um universo, que faz parte de um gigantesco sistema de superuniversos.

Dentro de cada sistema, dividido em planos, são agrupados os diferentes estágios de um espírito evolutivo. Os espíritos que estão para experimentar a vida na matéria formam uma imensa “fila” de espera, não tão literal quanto parece, mas de enorme proporção. É um privilégio passar por esta experiência. E depois que saem do planeta onde encarnam, continua sua evolução, de acordo com as condições adquiridas em cada etapa.
O espírito aspirante se postula a atingir certas metas simples quando encarnar, como vencer escalas de violência, viver em harmonia com os demais ou simplesmente ser altruísta. O que ocorre é que, uma vez conquistado o direito de nascer num planeta, esse objetivo se transforma na “história de vida”, o desafio real que cada um tem que enfrentar, ver se aprende e, se possível, conseguir ser aprovado. [RE 2] [Registro 124]

Turbilhões e instabilidade

{27/05/2012} O planeta apresentou sua fatura de modo doloroso aos humanos, habitantes indisciplinados. Tufões e furacões, chuvas e calamidades à vontade para quem já estava cansado de socorrer ou ser socorrido. Os desabamentos não pararam. Nem os mares de se agitar, nem o gelo de derreter. Secas e florestas desprotegidas, combinadas, entraram em combustão e milhares de espécies sucumbiram impossibilitadas de socorro.

As cidades também foram castigadas pelas chamas, seja por falta de cuidados do homem que invadiu espaços demais, ou porque continuaram segregando pessoas em gigantescos guetos sociais, sem a mínima sensatez. Incêndios devoraram a vida de homens, mulheres e crianças diante da incúria de seus governantes que permitiu a proliferação dessas favelas desumanas. E as crises não terminaram no velho mundo: a cada novo alerta econômico, mais os cofres se esvaziavam, mostrando a inviabilidade do socorrismo financeiro que vinha sendo praticado.

Apesar de cortes, desemprego e estratégias de redução de gastos, nenhuma solução nova era apresentada porque a mentalidade dos governos continuava aferrada a um sistema de valores há muito inviável para o planeta. A Ásia parecia inatingível, até que uma onda voltou em sua direção. E as hostes famintas no grande continente africano recomeçaram a perturbar a consciência de quem contribuiu para a desunião e involução desses povos. {Crônica 021}

Amor em alta

[06/05/2018] O Serviço de Voluntariado Interplanetário terá o Amor como tema no seu 3º Simpósio Intergaláctico, no próximo mês, em Brasília, quando farão um balanço das ações empreendidas em cinco planetas. O corpo de voluntários, que soma atualmente 110mil pessoas, mandará seus representantes para compartilhar as experiências mais significativas vividas pelos diversos grupos, e avaliar como o Amor ajuda na resolução de problemas e situações crônicas de penúria e infelicidade enfrentadas por humanos evolutivos habitantes dos planetas primitivos ou subdesenvolvidos, ou cuja sintonia espiritual ainda esta embotada pela densidade da matéria. As experiências estão sendo trazidas dos planetas em evolução que ainda não saíram do atraso.

É a primeira vez que se assume o Amor como tema principal da reunião que vai durar 3 dias, e reunirá suas conclusões e diretrizes para levar à ONU e depois para a Organização dos Planetas Unidos, onde vai enriquecer os debates desses organismos de governança mundial e galáctico. O Amor tem sido o instrumento mais eficaz para quebrar barreiras entre os povos, sanar mentes e corações, criar pontos de convergência, formar uma linguagem e atitudes comuns, e incentivar os povos à bem-aventurança. A simples predisposição para o amor tem se mostrado como o remédio mais eficaz para vencer todos os desafios de povos em evolução ou que sofreram crises e desastres além do natural. [Registro 123]

Desestruturação

{13/05/2012} Um mundo que se preparava para discutir os eventos climáticos, a preservação da natureza, a produção de alimentos, a possibilidade de escassez de recursos e não parava de produzir milhões de carros, bilhões de eletroeletrônicos, roupas para jogar fora, sapatos que machucavam os pés e distorções de todo tipo. Não havia tempo para usufruir o conquistado. O acumulo sufocava as cidades – o lixo se acumula.

O consumo não fazia sentido, enquanto a juventude se perdia cada vez mais, sem uma nova perspectiva sobre a vida. As famílias se formavam e desfaziam, os filhos atônitos procuravam um refúgio eletrônico para se alienarem dos acontecimentos. Gerações perdidas no ócio, na busca do prazer, na fuga dos sentidos.

Nenhuma religião trouxe a boa nova, ninguém realmente levantou a chama da Unidade, nenhum líder conclamou os povos à união e à irmandade. Mais e mais depressa caíam as mascaras dos malfeitores. Denúncias de corrupção, rapinagem, tráfico, drogas, morte em guerras e lutas fraticidas – a crônica diária do mundo continuava se manchar de sangue. Urgia uma mudança. Mas os governantes das nações desenvolvidas procuravam apagar incêndios no próprio quintal. O debacle econômico maior ainda estava por vir. Muitos clamavam por intervenção. Uma intervenção divina. {Crônica 022}