Olimpíada Espetacular

[11/03/2018] Parte do calendário da Exposição Cósmica de 2018 está reservada para a segunda Olimpíada da Era de Luz e Vida, com jogos distribuídos ao longo de 6 meses, que trarão pela primeira vez participação de atletas de outros planetas.

Novas modalidades esportivas estão previstas assim como também jogos específicos de outros povos, que não terão caráter competitivo, mas de exibição, pois apresentam características exóticas desses povos que não podem ser praticados por todos.

Entre as praticas esportivas extraterrestres estão modalidades que exigem um superfôlego, que só os irishis têm, ou o “salto-rã” de que só magonados são capazes. Uma atração especial será a apresentação das “sereias do Mitigouri”, humanas com cérebros tríplices, capazes de metamorfose em contato com a água. Outras habilidades serão apresentadas para se estudar as possibilidades de desenvolvimento do atletismo de forma geral e a melhor maneira possível de integração entre os povos, buscando pontos comuns e habilidades que permitam desenvolvimento harmônico ou o simples prazer de apreciar o maravilhoso. Foi esta a sensação que causaram as prévias de exibição da equitação ornamental com cavalos marinhos gigantes, naturais da Estrela Sirius. Espetáculo garantido. [Registro 119]

Indagações sobre a sobrevivência

{18/03/2012} Enquanto os governos procuravam solver as crises sucessivas injetando fundos para socorrer Bancos, Instituições e a indústria, a população parecia mais consciente de que tudo iria ruir, cedo ou tarde.

Aumentou gradativamente o grupo dos “apocalípticos”, que buscavam salvar suas próprias vidas ou de suas famílias, e estes criaram abrigos para se isolar contra qualquer falência do sistema, fosse essa causada pela crise econômica ou por causas naturais.

Eles esqueciam que mesmo que se abrigassem numa fortaleza, não conseguiriam sobreviver sozinhos, por muito tempo, se a catástrofe fosse muito abrangente ou duradoura. Também sobre isso haviam se debruçado os cineastas, explorando o tema nos filmes, de modo a mostrar que um bunker não é garantia de vida e gera cobiça, estimulando a “lei do mais forte”. Como uma pessoa com intenções pacíficas iria lidar com hordas de esfaimados, miseráveis ou gente armada atingida por situações catastróficas?

O ano de 2012 estava repleto de previsões e profecias de fim do mundo, como o apontado pelo Calendário Maia, e o assunto começou a ser veiculado com mais intensidade pela imprensa logo no começo do ano, promovendo reflexão ou indiferença. O que pode determinar o destino de um planeta? Os humanos deveriam se preparar para algum tipo de fim da raça? Qual é o significado da criação, da existência, das espécies? Tantas espécies já desapareceram, por que não a raça humana? Que tipo de mudança poderia ameaçar o planeta? {Crônica 026}

Exposição Universal

[25/02/2018] O mundo se deixou arrebatar pela magia espiritual dos últimos acontecimentos no Planeta das Almas – quando 155 mil almas se libertaram com a ajuda das emanações humanas – e agora está com seus olhos voltados para a nova aventura que se aproxima: a reabertura da Exposição Universal rebatizada como Exposição Cósmica e que engloba desenvolvimento das Ciências, Artes, Esportes e Assuntos Espaciais, além de inúmeras atrações planetárias e extraplanetárias.

Contando com pavilhões de todos os planetas que mantem relação com a Santa Estrela, a Exposição terá duração de um ano para realizar toda a programação que envolve os principais avanços da indústria, comércio, lazer, tecnologia, grandes inventos e descobertas daqui e de outros planetas. Delegações de todos os rincões do sistema solar estarão aqui, trazendo suas contribuições para a Unificação Cósmica, tema da nova Expo, e trarão novidades que, com certeza, surpreenderão boa parte das 200 milhões de visitantes esperados.

Entre as atrações está a inauguração da primeira estação espacial fora do sistema solar, o 1º Festival de Música Interplanetário, e é claro, os novos avanços em prol de moradia saudáveis, de manutenção da saúde e vida, de agricultura e demais setores da vida humana. Nos setor de transportes esperam-se as primeiras exibições relacionadas ao transporte através da luz, na educação os avanços do tradutor universal que lê pensamentos além de outras novidades. [Registro 118]

Uma humanidade destemida

{04/03/2012}- De onde tirar forças para ajudar ao próximo quando sua própria casa esta desabando? Como manter um ideal de irmandade quando todos os valores parecem que evaporaram do planeta? De onde vem a força e a alegria para esquecer o prejuízo e seguir em frente?

A crescente capacidade humana em fazer o bem era notável em todo o planeta. Muitos o praticavam todos os dias, e emocionavam e motivavam mais pessoas a agir fazendo o bem. Havia uma força se renovando, uma percepção de unidade crescente, de destemor, de decisão.

Claro que nem tudo era perfeito. Muitas gerações haviam sido prejudicadas pelos anos de consumismo e valores parcos. Crianças e jovens com a cabeça perdida no vácuo existencial. Mal agradecidas, arrogantes e se achando com todos os direitos, males esses que atingiam todas as classes sociais. Mais uma vez ficou clara a importância da família, mesmo as novas famílias, com filhos agregados de diferentes uniões. Quando a condução do grupo familiar era pautada em regras claras, com ordem e amor, e fé em Deus – aquela pequena unidade prosperava e dava exemplo a outros. {Crônica 027}

Liberação inesperada

[11/02/2018] O Planeta das Almas está virando uma rota obrigatória de autoridades, entidades religiosas, cientistas e estudiosos – além de assombro, é claro, para todos os habitantes de nosso planeta! Depois de achados os casulos, possivelmente contendo almas, e minuciosas analises feitas, constatou-se o “sumiço” de três delas para desespero das autoridades que tem responsabilidade sobre as investigações, e ainda não encontram explicações para metade dos acontecimentos. As indagações e dúvidas aumentam porque se trata de “material invisível” aos olhos.

Como acreditar em tudo o que está sendo divulgado hoje? Primeiro a existência de almas hibernando em invólucros num planeta desconhecido das rotas espaciais. Depois a comunicação dessas almas explicando que sofreram avarias por causa de explosões de bombas nucleares na terra. E agora, depois de contatadas, estão desaparecendo? Como assim? Como sabem que os casulos continham almas, como sabem que eram almas, e como três delas desapareceram? Como entender e assimilar todas essas novidades?

O fato é que o homem atual, conectado, é capaz de comunicação extrafísica. Sabe não só de sua própria alma, como consegue se comunicar com outras. Nossos sentidos físicos não evoluíram tanto a ponto de enxergar claramente o invisível, mas podemos captar vibrações, sentir a energia, comunicar e até ter uma noção bem razoável de outros seres viventes, encarnados ou não.

Agora, uma explicação bem razoável começa a tomar corpo em meio aos sensitivos que estudam o caso das almas. Com a chegada dos humanos ao Planeta das Almas, e liberação de muito ectoplasma nos esforços de comunicação, elas conseguiram o material que faltava para suas reconstruções e estão se liberando do sono em que estiveram aprisionadas. Um conto antigo, e agora atualizado, de verdadeiras “belas adormecidas”. [Registro 117]

O naufragar das ilusões

{19/02/2012} Os humanos estavam vivendo as consequências de suas decisões e isso influía no modo de agir e pensar sobre si mesmos e os próximos, para o mal ou para o bem. A onda de desemprego aumentou em toda a Europa, voltou a atingir o continente americano e abalou a Ásia. A imagem de vida glamourosa, sustentada pelo sistema capitalista, parecia um enorme transatlântico prestes a naufragar.

A mudança de fato veio da atitude das pessoas que não aguentavam mais esperar que uma ordem planetária fosse decretada a partir de seus governos que insistiam em voltar as costas para a razão. Eclodiam saltos de consciência aqui e acolá e pessoas, grupos e organizações civis fizeram crescer a onda de solidariedade e voluntariado, como jamais tinha sido visto no planeta. Finalmente alguns líderes emergiram em cada continente, para sugerir mudanças maiores e apontar rumos.

Justamente aí é que se poderia comemorar a onda de mudanças maiores, não fosse a força de oposição gerada pelo medo aprisionada nas mentes pequenas, modeladas pelo sectarismo religioso apocalíptico, diante da crise, explodiu. Inconscientemente muitos queriam o fim do mundo e não a mudança. Não entendiam as leis que regem o Cosmos nem aceitavam o livre arbítrio. Queriam a manifestação de uma ‘justiça divina’ persecutória e arrasadora contra os ‘infiéis’ e a glória dos ‘fiéis’ sozinhos, lá no Paraíso. Não viam que o dedo faz parte da mão. {Crônica 028}

O sumiço das almas

[28/01/2018] O mundo unificado ficou chocado com as descobertas de almas em tratamento que, aparentemente, foram danificadas ou quase sucumbiram pela ação atômica do homem. Por mais compreensão que tenhamos sobre o nível de ignorância da humanidade no passado recente é bem chocante tomar conhecimento sobre o poder de destruição de que somos capazes, por falta de evolução e valores.

Embora se tenha consciência de que são as ambições desmedidas por poder, posse ou fazer prevalecer o ponto de vista do mais forte, associados ao medo ou ao ódio, que levam a tais ações de destruição, é assustador para o ser humano atual perceber que esses elementos estão dentro de cada um desde a origem no planeta. Como um vírus adormecido, seu poder letal pode renascer ao menor sinal de escassez, diante da aproximação do desconhecido ou simplesmente se alguém decidir abrigar sonhos de grandeza e começar a manipular mentes mais fracas; então todo o horror pode ressurgir.

Não é suficiente ser forte, é preciso valor. Não vale de nada ter conhecimento, é preciso ter aprendido com a experiência; não adianta ter boas intenções, é necessária muita coragem para lutar contra esses elementos que ainda não se proclamaram defensores da vida, dentro de nós. A decisão, nos níveis mais elevados, engloba a supervivência e o destino cósmico de toda a humanidade. Esses valores estão sendo considerados em todas as esferas, mas veio somar-se a isso mais um inquietante mistério: algumas dessas almas, depois do contato começaram a desaparecer. [Registro 116]